TEXTO PARA REFLEXÃO!

Os Escravos Brasileiros

No Brasil existe uma grande cidade industrial. Este lugar é um dos maiores campos de trabalho escravo
do mundo. Perto do centro da cidade existem comunidades onde vivem os escravos. Cada manhã, eles
se movem como uma “manada”, indo dessas áreas para o centro industrial. Às 7h30 cada um está em 
seu local de trabalho. Lá eles reportam para os seus mestres sobre as tarefas do dia. Em seguida, eles 
permanecem acorrentados até as 17h00,  quando então, são soltos. Eles não têm escolha de quantas 
horas devem trabalhar – as vezes devem trabalhar além do horário até que seus mestres digam quando
podem ir embora.
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A cada ano, os mestres determinam quando eles podem tirar férias. Determinam também qual a duração
e quando devem retornar das férias. Eles têm poucas opções sobre quanto vão ganhar. Lhes é concedido
pouco tempo de almoço e de intervalo durante o período de trabalho. Permanecem acorrentados e com 
muito medo de serem castigados – e assim, serem mandados embora pelos seus mestres. Dizem que
mesmo os escravos competentes e fiéis já foram punidos com a dispensa. Eles trabalham dia após dia,
ano após ano e até o dia em que seus mestres decidem que é hora de pararem de trabalhar.
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Eles então são soltos nos campos de “aposentados”, onde são forçados a ficarem sentados e esperar 
pela morte chegar.
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Eu sei que esses campos de escravos realmente existem, pois sou um homem livre que vive entre os
escravos. Eu trabalho por conta própria e sou livre. Levanto pela manhã de acordo com a minha agenda.
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Posso tirar férias quando, onde e por quanto tempo quiser. Sou livre para tomar um cafezinho e almoçar
quando achar mais conveniente e lógico, eu decido quanto quero ganhar, pois não sou um escravo. 
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Tenho a liberdade de ficar na cidade por quanto tempo achar necessário ou posso ir para regiões isoladas.
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Tenho visto muitos escravos infelizes que fazem a sua trouxa e deixam a cidade a procura de um novo
mestre. Porém, existe um raio de esperança para o escravo. Eles podem comprar a sua própria liberdade.  
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O preço não é alto, embora pareça alto para aqueles que não têm a coragem de pagar o preço.
Qual é o preço? O preço é ter o desejo e a determinação de se tornar o seu próprio mestre!
                        Autor Desconhecido